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Resultados para "renovação de frota"

Mercedes-Benz espera vender 10% menos na Fenatran 2026: juros, Move Brasil e chineses explicam a previsão para caminhões em 2027
A Mercedes-Benz projeta fechar a Fenatran 2026, de 9 a 13 de novembro em São Paulo, com negócios cerca de 10% abaixo da edição de 2024, que foi recorde. Os motivos apontados são a base alta de comparação, a Selic de 13,75% ao ano, o crédito escasso e as compras antecipadas pelo Move Brasil. Para 2027, a marca estima mercado de caminhões acima de 7 toneladas entre 102 mil e 103 mil unidades, queda de 3% a 5%.

Produção de caminhões sobe 15% em setembro, mas Anfavea prevê queda maior no ano com o fim do Move Brasil
A produção de caminhões no Brasil foi de 11,6 mil unidades em setembro de 2026, alta de 15% sobre setembro de 2025, segundo a Anfavea. O resultado mensal, porém, não muda o ano: de janeiro a setembro foram 92,3 mil caminhões produzidos, queda de 6,4%, e 80,9 mil emplacados, queda de 3,8%. A entidade elevou levemente a projeção de emplacamentos de 2026, para 107 mil (queda de 5,7%), mas cortou a de produção para 115,6 mil (queda de 6,8%) e a de exportação para 22,5 mil (queda de 16,6%). Para o presidente da Anfavea, Igor Calvet, setembro foi provavelmente o último mês de alívio do Move Brasil.

Consórcio de veículos cresce 7,2% até agosto, mas caminhões e ônibus andam para trás
O consórcio de veículos vendeu 2,52 milhões de cotas entre janeiro e agosto de 2026, alta de 7,2% sobre o mesmo período de 2025, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). O crescimento vem dos carros e das motos. Nos veículos pesados, que incluem caminhões, ônibus e implementos, as adesões caíram 6,6% e o crédito comercializado recuou 9,5%. Esta análise explica os números por segmento e o que eles dizem sobre juro, frete e renovação de frota.

Caminhões crescem 12,3% em agosto, mas o ano ainda acumula queda de 4,9% e a Anfavea projeta -6% em 2026
Balanço da Anfavea de agosto de 2026 para o mercado de caminhões: 10 mil emplacamentos no mês, 70,7 mil no acumulado, produção de 11,8 mil unidades, exportações em queda de 20,6% e o efeito das duas fases do Move Brasil, além da projeção de retração de 6% no ano e do que muda com a Fenatran em novembro.

Renovação de frota: por que a locadora troca em 16 meses e a empresa comum demora anos
As locadoras mantêm idade média de frota de 16,4 meses porque tratam depreciação como custo central. Na frota corporativa comum, o ciclo é mais longo, e o resultado costuma aparecer na revenda.